
Síndicos e moradores convivem com contas de água cada vez mais altas e cobranças que muitas vezes não refletem o consumo real. Hoje, muitos condomínios no Rio de Janeiro pagam tarifa mínima de 15m³ por unidade, mesmo com imóveis vazios ou baixo consumo.
Na prática, isso significa cobrança mínima de 15 mil litros de água por mês por apartamento. O questionamento é simples: se a concessionária possui o consumo real apurado, por que o consumidor não paga exatamente pelo que consumiu?
“Se o consumo é medido, a cobrança deve refletir exatamente o que foi consumido. Transparência e justiça tarifária não são privilégios, são direitos do consumidor.”

Além disso, as contas atuais apresentam menos transparência na discriminação das cobranças, diferente da antiga estrutura da CEDAE.
Segundo Patrícia Azêdo, o debate sobre justiça tarifária, transparência e consumo real precisa avançar. Patrícia é CEO da Novos Rumos Sindicatura Profissional & Soluções Inteligentes e atua no mercado condominial unindo gestão, estratégia, posicionamento e valorização patrimonial.
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